Alceu Valença 80 Girassóis
Turnê que celebra os 80 anos do artista chega à Fundição Progresso
Alceu Valença comemora oito décadas de vida em 2026, ligado em infinitos volts de energia limpa, renovada e solar. Para celebrar a data, a turnê 80 Girassóis vem percorrendo algumas capitais brasileiras desde março, em um show especialmente concebido para arenas e grandes casas de espetáculo. E a Fundição Progresso, Casa que tradicionalmente recebe o artista todos os anos, será o palco no dia 3 de julho. É Alceu no auge da forma, com todo o seu impressionante vigor em cena, há oitenta anos girando em torno do astro-rei.
A turnê ALCEU VALENÇA 80 GIRASSÓIS, que conta com patrocínio master do Banco do Brasil e é produzida pela PECK e MV Produções, já passou por Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, entre outras cidades. Além dos shows, o projeto ALCEU VALENÇA 80 GIRASSÓIS levará a algumas cidades atividades como exposição de artes plásticas e mostra de filmes.
Montado no futuro do indicativo, o cantor sobrevoa a própria trajetória artística, da década de 1970 aos dias atuais. A saga musical de Valença revisita os primeiros tempos de estrada e encontra em “Espelho Cristalino”, com contornos de toada e baião, é pioneira na causa ambiental. Pela luz que incendeia seu ofício, cabe ao poeta alertar que “essa rua, sem céu, sem horizontes, foi um rio de águas cristalinas”.
Criando calo em pé caminhador, percorre as vias do sertão em “Cabelo no Pente” e “Cavalo de Pau”, entre ruas do passado e ondas de puro éter espalhadas pelo milharal. Desde os tempos da Fazenda Riachão, que pertenceu a seu pai, em São Bento do Una, agreste de Pernambuco, o menino Alceu teve nas festas, feiras e vaquejadas do Nordeste profundo a mesma fonte absorvida por Luiz Gonzaga para formatar os gêneros que desembocaram no forró. Seu Luiz, por sinal, deu a definição certeira do som de Alceu, já nos anos 80: “é uma banda de pífanos elétrica”. O legado do rei do baião se faz presente nas recriações de “Pagode Russo” e “Sabiá”, esta com leve sotaque lusitano, a provar que o fado português e a toada nordestina sempre dão psiu entre si.
Por ruas, estradas e caminhos ensolarados, o cantor nos leva a Recife, tema de “Pelas ruas que Andei” e “Belle de Jour”, recentemente revisitada em dueto com a cantora francesa Zaz. Só mesmo Alceu para desembarcar a musa da nouvelle vague francesa em plena praia de Boa Viagem na tarde um domingo azul (e hoje a canção é mais famosa que o filme
que a inspirou). Dizem que até a garota de Ipanema tem uma pontinha de ciúmes da Belle de Jour.
Do Recife ao carnaval de Olinda, o frevo, o maracatu e as cirandas disseminam sua vibração avassaladora. Há mais de uma década, Alceu comanda o bloco “Bicho Maluco Beleza” pelas ruas de São Paulo, e agora também do Recife, com cerca de um milhão de felizes foliões em cada evento. Parte dessa atmosfera pode ser conferida na turnê 80 Girassóis, com um módulo dedicado ao Alceu carnavalesco. Porque em Olinda é sem igual.
Ao longo de toda a carreira, Alceu se notabiliza por cultivar as sonoridades do Brasil e do Nordeste em linguagem contemporânea, urbana, e com irresistível apelo para as massas. As projeções, com direção de Rafael Todeschini, vislumbram os diversos grafismos oníricos da obra do artista.
Com notável capacidade de renovar seu público, canções como “Anunciação”, “Tropicana”, “Belle de Jour”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo”, atravessam o tempo, recicladas a cada geração. Com 200 milhões de acessos no Spotify, “Anunciação” é cantada em estádios dentro e fora do Brasil, enquanto “Belle de Jour” possui mais de 300 milhões de visualizações no YouTube. “Tropicana” ultrapassa a marca de 100 milhões de ouvintes no Spotify.
De “Espelho Cristalino” ao “Táxi Lunar”, Alceu sempre quer fazer a gente voar. Na poética, no espaço rítmico, na inventividade sem limites da canção, no tempo que mesmo virado ao avesso não se pode mensurar:
- Sou um eterno menino, me sinto com oitenta ao contrário, oito anos talvez. Ou o oito traçado na horizontal, que é o símbolo do infinito. Minha mãe dizia: ‘meu filho, você veio ao mundo para levar alegria às pessoas’. É uma espécie de missão”, celebra o mais jovem oitentão da música brasileira.
ALCEU VALENÇA apresenta a turnê 80 GIRASSÓIS acompanhado por Tovinho (teclados e direção musical), Cássio Cunha (bateria), Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo), André Julião (sanfona), Costinha (flautas). Participação: Lui Coimbra (violas e violoncelo) e Natalia Mitre (percussão).
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Identidade visual: Oblíquo
Projeto videográfico e direção de arte: Oblíquo & Radiográfico
Figurinos: Isabela Capeto
Realização: Peck Produções e Tropicana Produções
Serviço:
ALCEU 80 GIRASSÓIS
Data: 03 de julho de 2026 (sexta-feira)
Local: Fundição Progresso – Rio de Janeiro/RJ
Política de Meia-Entrada
A meia-entrada é válida para:
• Estudantes (mediante comprovação)
• Pessoas com deficiência (PCD) e seu acompanhante, quando necessário
• Jovens de 15 a 29 anos, de baixa renda, inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), com renda familiar mensal de até dois salários mínimos
• Pessoas com 60 anos ou mais (conforme o Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741/2003)
Classificação Etária
Classificação: 18 anos
Menores de 18 anos poderão entrar apenas acompanhados dos responsáveis legais.
A partir de 3 anos, é necessário adquirir ingresso (meia-entrada).
Também será permitida a entrada mediante apresentação de autorização dos responsáveis legais com firma reconhecida em cartório.